Coaching Emocional – Adolescentes

Hoje voltámos ao presencial com os adolescentes!

Com idades compreendidas entre os 13 e 16 anos vamos puxando temas até encontrar uma frase uma postura corporal que denunciem desconforto.

Sem julgamentos sem vergonha abordamos factos, exploramos e identificamos emoções e analisamos o que originou as ações.

Hoje por exemplo o tema foi conduzido para o perfeccionismo. Ser perfeccionista é bom desde que não nos prejudique. E em que situações é que o perfeccionismo nos pode prejudicar?

Quando deixamos de fazer as coisas por achar que nunca está bom o suficiente. Não entregamos um trabalho por achar que não está tão bom quanto gostaria, mesmo que para os professores esteja ótimo. Encontrar o equilíbrio entre fazer bem e em tempo útil. Explorámos também as consequências naturais de quando deixamos de fazer as coisas á espera do melhor dia, da melhor oportunidade. Se não agirmos, ficarmos à espera de um momento melhor, talvez nunca se faça nada… talvez fiquemos à espera…

Fomos tomando nota das emoções que foram surgindo ao longo da conversa, e no final lemos cada uma delas em voz alta identificando em cada emoção se naturalmente tende a causar bem estar ou stress. Ao ter consciência disto, cada um dos adolescentes foi percebendo quais as emoções que pretende carregar consigo na sua mochila de viagem (sua vida).

Não há palavras que descrevam o que eu sinto ao ver o brilho nos olhos deles e o entusiasmo com que falam das coisas que os incomodam. Sempre ouvi dizer que os adolescentes são rebeldes, fecham-se e que não falam. Será que isso é mesmo verdade?

Alexandra Leal dos Santos

NeuroCoach das emoções e terapeuta comportamental

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